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Detalhe de € 30 milhões surpreende o Palmeiras

O Palmeiras esteve muito próximo de avançar pela contratação de Danilo, mas um bastidor importante ajuda a explicar por que o negócio não foi adiante. Apesar do esforço dos representantes do volante para levá-lo ao Verdão, a negociação esbarrou em uma decisão da SAF do Botafogo, que optou por não negociar o atleta com um concorrente direto no futebol brasileiro.

Segundo informações de bastidores, Danilo nunca criou obstáculos para continuar defendendo o Botafogo enquanto seu futuro era definido. O meio-campista permaneceu à disposição do clube durante todo o processo, sem se recusar a atuar em qualquer momento.

Barros
Barros. Foto: Cesar Greco/Palmeiras

Agentes tentaram levar Danilo ao Palmeiras

Os empresários do jogador trabalharam para que a transferência para o Palmeiras acontecesse. O Verdão via no volante uma oportunidade de reforçar o elenco com um atleta de destaque no futebol nacional, mas as conversas não evoluíram por resistência do lado botafoguense.

A divergência ocorreu entre os representantes de Danilo e a SAF do Botafogo. Enquanto os agentes buscavam viabilizar a negociação com o clube paulista, a direção alvinegra manteve outra estratégia para o futuro do atleta.

Barros e Abel
Barros e Abel. Foto: Cesar Greco/Palmeiras

Decisão da SAF mudou o rumo da negociação

De acordo com as informações, o Botafogo aceitou negociar Danilo apenas com o Zenit, da Rússia. No entanto, o volante não tem interesse em defender o clube russo, fator que contribuiu para o impasse.

Ainda segundo relatos de bastidores, Gabriel de Alba, novo dono da SAF do Botafogo, teve participação direta na decisão de não reforçar um rival brasileiro. Uma fonte ligada às negociações afirmou que o dirigente estava inclinado a rejeitar qualquer proposta do Palmeiras, mesmo que o clube alviverde elevasse a oferta para 30 milhões de euros.

Dessa forma, a negociação acabou sendo interrompida, mesmo com o interesse do Palmeiras e a disposição dos representantes de Danilo em buscar um acordo. O caso mostra que, além das questões financeiras, decisões estratégicas entre clubes podem ser determinantes no mercado da bola.

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