Siga

Palmeiras toma decisão sobre reposição após saída de Allan

Entenda porque o Palmeiras não foi atrás de uma peça de reposição.

Por Matheus Braga · 3 min de leitura
Seguir no Google Discover
Leila decidiu agir no Palmeiras - Foto: Fabio Giannelli/AGIF.
Foto: Fabio Giannelli/AGIF.
Publicidade

Com o encerramento oficial da janela de transferências no futebol brasileiro na última sexta-feira, o Palmeiras concluiu sua movimentação de mercado para o restante da temporada. O saldo final do período registrou quatro saídas e duas contratações para compor o grupo principal. Contudo, a diretoria alviverde optou por não trazer um substituto direto para suprir a transferência de Allan para o Manchester City, da Inglaterra.

Palmeiras

A decisão de não contratar um reforço para a linha de frente passa diretamente pelo rigor financeiro estabelecido pela cúpula palestrina. No planejamento orçamentário traçado para 2026, o Verdão fixou a meta de arrecadar 399 milhões de reais com transferências de atletas, patamar que ainda estava distante de ser alcançado antes da transação envolvendo o jovem talento.

Qual foi o valor da transferência de Allan para o Manchester City?

Allan quer jogar no Manchester City - Foto: Cesar Greco/Palmeiras/by Canon.
Allan quer jogar no Manchester City – Foto: Cesar Greco/Palmeiras/by Canon.

O atacante revelado pelas categorias de base foi negociado por aproximadamente 240 milhões de reais, considerando as cifras fixas e as bonificações atreladas a metas de desempenho. A transação representou um alívio fundamental para os cofres do clube e aproximou a agremiação dos valores previstos no orçamento anual.

A comissão técnica avaliou que, para encontrar um nome à altura da Cria da Academia no mercado internacional ou doméstico, seria necessário desembolsar quantias semelhantes à que acabou de entrar no caixa alviverde. Diante desses números elevados, a diretoria considerou o investimento inviável para o momento e preferiu manter a disciplina nas contas.

Como o Palmeiras pretende suprir a vaga deixada no ataque?

Sem a chegada de uma contratação de peso para o setor ofensivo, a comissão técnica decidiu apostar nas opções disponíveis dentro do próprio elenco para encarar o segundo semestre. A estratégia consiste em remanejar peças e dar mais minutagem a nomes que já conhecem a rotina de trabalho da Academia de Futebol.

Publicidade

Nos bastidores, o entendimento é claro de que a equipe não dispõe de outro atleta com as mesmas características de ala e drible rápido que Allan oferecia. Ainda assim, o clube confia na força coletiva do elenco para manter a competitividade nas disputas que restam no calendário.

Quer ficar por dentro de tudo? Entre agora no nosso canal do WhatsApp.

Publicidade
Seguir no Google Discover