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Palmeiras define estratégia no mercado após vendas e nova lesão de Paulinho

O Palmeiras viu o planejamento para o setor ofensivo sofrer mudanças importantes nos últimos…

Por Luis Gustavo · 3 min de leitura
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Foto: Cesar Greco / Palmeiras
Foto: Cesar Greco / Palmeiras
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O Palmeiras viu o planejamento para o setor ofensivo sofrer mudanças importantes nos últimos dias. As vendas de Allan e Riquelme Fillipi, somadas à nova lesão muscular de Paulinho, diminuíram as opções de Abel Ferreira, mas não fizeram o clube mudar imediatamente sua postura no mercado da bola.

A tendência segue sendo apostar nas alternativas que já estão no elenco e nas categorias de base. Uma contratação, porém, não está completamente descartada caso apareça uma oportunidade considerada vantajosa.

Fonte: GE

Foto: Cesar Greco / Palmeiras
Foto: Cesar Greco / Palmeiras

Paulinho vira novo problema para Abel

Depois de negociar Allan com o Manchester City em uma operação de 40 milhões de euros (cerca de R$ 240 milhões) e encaminhar Riquelme Fillipi ao Inter Miami, o Palmeiras perdeu temporariamente outra opção ofensiva.

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Paulinho sofreu uma nova lesão muscular e ficará afastado pelo menos até o fim da próxima Data Fifa, em 6 de outubro. Mesmo assim, internamente existe confiança de que o atacante ainda voltará a atuar nesta temporada.

— Seguimos confiando na plena recuperação do Paulinho, que tem se dedicado ao extremo para voltar a nos ajudar dentro de campo — afirmou Anderson Barros.

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Palmeiras não pretende fazer loucuras

As recentes vendas aumentaram a margem financeira do clube, mas isso não significa que o Palmeiras esteja disposto a investir uma quantia elevada em uma reposição.

A estratégia é semelhante à utilizada na contratação de Barboza. O clube buscava Nino, mas mudou de direção quando identificou uma oportunidade mais vantajosa pelo defensor então pertencente ao Botafogo.

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Agora, a diretoria permanece atenta para repetir esse tipo de movimento.

Luiz Henrique e Helinho aparecem no radar

Entre os nomes ligados ao Palmeiras estão Luiz Henrique, do Zenit, e Helinho, do Toluca. Ambos possuem características que poderiam ajudar a compensar a saída de Allan, mas os valores são obstáculos importantes.

Luiz Henrique agrada, porém o Zenit recentemente teria pedido 35 milhões de euros, aproximadamente R$ 210 milhões, em uma negociação com o Flamengo.

Helinho também não seria barato. Titular do Toluca e vivendo bom momento no México, uma negociação por menos de R$ 80 milhões é considerada improvável.

Por isso, nenhum dos dois se encaixa facilmente na estratégia atual do Verdão.

Base pode novamente ganhar espaço

Sem uma oportunidade considerada ideal no mercado, Abel pode recorrer às categorias de base.

Heittor, de 19 anos, já começou a receber espaço. O jovem entrou na vitória por 3 a 0 sobre o Santos, justamente na primeira partida do Palmeiras após a saída de Allan.

O clube ainda possui tempo para avaliar suas alternativas. A janela brasileira fecha em 11 de setembro.

Até lá, a postura será de cautela: o Palmeiras tem dinheiro disponível após as vendas, mas só pretende utilizá-lo se encontrar uma oportunidade que justifique mudar o planejamento.

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